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	<title>Zeca Martins &#187; comunicação</title>
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	<description>Cursos, palestras e livros em publicidade e comunicação corporativa</description>
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		<title>Que palavras você põe na boca da sua empresa?</title>
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		<pubDate>Sat, 05 Dec 2009 13:30:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeca Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[Corporativo]]></category>
		<category><![CDATA[Glossário]]></category>

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		<description><![CDATA[Caro dirigente empresarial: você alguma vez já pensou em criar um glossário corporativo? Não sabe o que é isso? Então, vamos ver. Sua empresa, qualquer que seja o ramo de negócios, e seja ela pública ou privada, tem uma cultura própria, um conjunto de valores que define sua personalidade, e pelo qual as pessoas a [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Caro dirigente empresarial: você alguma vez já pensou em criar um glossário corporativo? Não sabe o que é isso? Então, vamos ver.<br />
Sua empresa, qualquer que seja o ramo de negócios, e seja ela pública ou privada, tem uma cultura própria, um conjunto de valores que define sua personalidade, e pelo qual as pessoas a reconhecem.<br />
“A empresa X é sinônimo de confiabilidade; a Y, de tecnologia&#8230;” e assim, a partir desta percepção que se tem de sua empresa, cria-se uma expectativa de relacionamento com ela.<br />
Quando um funcionário qualquer fala em nome da empresa – seja o porteiro ao receber um visitante, a secretária enviando um e-mail, o vendedor entregando uma proposta comercial, ou o diretor dando uma entrevista à imprensa – este valores devem estar presentes, ainda que implícitos, na comunicação que se desenvolve naquele momento.<br />
Uma forma de se assegurar a coerência no discurso corporativo, portanto, é pela criação e distribuição a todos os funcionários de um glossário de termos e expressões recomendados e não recomendados, de palavras quentes e palavras frias.<br />
Isso não é fazer lavagem cerebral nem patrulhamento ideológico, de modo algum. É apenas uma forma de se evitar que a mensagem corporativa que se quer passar seja erradamente compreendida, o que também reduz sensivelmente a possibilidade de a imagem da empresa ser arranhada. Lembre-se que comunicação é o que o outro entende. E que comunicação corporativa não é literatura: é negócio.<br />
Se, por exemplo, numa entrevista à imprensa, um dirigente diz inadvertidamente “bem, eu acho que&#8230;”, sua opinião será transferida à imagem da empresa; passa a ser uma “opinião” da empresa.<br />
Por outro lado, se o sujeito estivesse amparado por uma política coerente de comunicação corporativa – que inclui o tal glossário – ele não acharia nada, ao contrário, teria certeza do que diz, porque, no final das contas, aquilo que disse “é” a opinião da empresa!<br />
Por isso, verifique como anda sua comunicação corporativa. Compare o que está escrito no seu site com o que vai nas propostas comerciais; veja se os e-mails enviados por todos refletem os valores da empresa ou são uma Torre de Babel; veja como a telefonista atende as ligações e o que a gravação da espera telefônica diz.<br />
Enfim, faça uma faxina geral em todos os canais internos e externos de comunicação e prepare-se para se surpreender com o excesso de entulho comunicativo que vai encontrar.<br />
Veja lá que palavras têm saído da boca da sua empresa.</p>
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		<title>Futuro da publicidade: na nuvem e com os anjos</title>
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		<pubDate>Fri, 04 Dec 2009 11:35:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Zeca Martins</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
		<category><![CDATA[comunicação]]></category>
		<category><![CDATA[futuro]]></category>
		<category><![CDATA[informática]]></category>
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		<description><![CDATA[Nas palestras que faço Brasil afora, os estudantes sempre me perguntam como imagino o futuro da profissão de publicitário. É natural e saudável que me perguntem isso, porque demonstra interesse e preocupação legítimos. Não sou futurologista, obviamente (e acho que ninguém é), mas venho arriscando um palpite extraído da pura observação do que era o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><!-- 		@page { margin: 2cm } 		P { margin-bottom: 0.21cm } --></p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Nas palestras que faço Brasil afora, os estudantes sempre me perguntam como imagino o futuro da profissão de publicitário.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">É natural e saudável que me perguntem isso, porque demonstra interesse e preocupação legítimos.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Não sou futurologista, obviamente (e acho que ninguém é), mas venho arriscando um palpite extraído da pura observação do que era o mundo antes da informática pessoal e da Internet, e o que é agora.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Há poucos dias, inclusive, eu comentava com meu filho mais velho (já pós-graduado em marketing e mídias digitais) sobre a sorte que tive de ter nascido com um pé na era industrial, quando o máximo que tínhamos em comunicação era o correio, o rádio, a televisão preto-e-branco e um telefone rudimentar. Grandes empresas também tinham telex – ou  teletipo. Você sabe o que é um telex?</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Voltando à pergunta dos estudantes, o que eu quero dizer é que, hoje, por poder comparar os diferentes estágios do desenvolvimento tecnológico, meu “cálculo aproximado” indica que o monstrinho que se aproxima é a chamada convergência dos meios de comunicação.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Acredito que só falta um pouco mais de investimento em engenharia de transmissão de dados (banda larga pra valer), para que a revolução digital se concretize de vez. E já não vai mais haver diferença entre jornal, televisão, revista, livros, agenda pessoal, telefone etc. Serão todos uma coisa só, instalados numa coisa só.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Ok – você dirá – meu computador pessoal já é isso!</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Também faz poucos meses que publiquei no <strong>Webinsider</strong>, um <a href="http://webinsider.uol.com.br/index.php/2009/07/22/e-o-sistema-operacional-comeca-a-subir-no-telhado/">artigo</a> onde expus minha convicção de que o sistema operacional, um dia, iria para a nuvem e que computadores pessoais se tornariam tão obsoletos quanto o telex.  Fui muito criticado, curiosamente, mais por gente do próprio setor da informática.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Pois bem, os anjos sorriram para mim e disseram amém: assista ao vídeo aí embaixo e tire suas próprias conclusões. Tem opção para legendagem em português.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">Agora, meu caro futuro profissional da publicidade, responda: no meio de tudo isso, onde e como você vai colocar um anúncio? Quem der a melhor resposta vai ganhar um futuro profissional muito promissor.</p>
<p style="margin-bottom: 0cm;">
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