Novo Seminário de Redação Corporativa em Fortaleza

Numa iniciativa da Kháris Desenvolvimento Humano, e com o apoio da Universidade do Parlamento, da Assembleia Legislativa do Ceará, voltaremos a Fortaleza para mais um curso.

Será nos dias 12, 13 e 14 de janeiro, no período da manhã.

Para conhecer o programa do curso, clique aqui.

Inscrições e mais informações com Kháris Desenvolvimento Humano. Telefones 85 3224.9955 e 3224.8485 ou pelo e-mail kharisdhth@uol.com.br.

Serão concedidos descontos para grupos.

Em tempo:

Ontem, respondendo ao e-mail de um amigo, fiz uma descrição sucinta do cursos e de seus componentes inovadores. Acho que vale a pena repeti-los aqui.

1. Não é curso de português nem sobre como escrever corretamente. Vou mostrar que o texto corporativo é instrumento de negócios e como tal deve ser encarado.
2. Não vou “ensinar” nada a ninguém; o objetivo é que os participantes possam avaliar onde melhorar seus textos e, consequentemente, o resultado de sua comunicação. Cada um descobrirá seus pontos fortes e fracos.
3. Nesta edição para Fortaleza, faremos exercícios práticos que demonstrarão claramente quanto um texto pode ser melhorado em eficácia e eficiência. É como fazer mágica: alguns coelhos sairão naturalmente das cartolas de cada participante.
4. Apesar de expositivo, a abordagem é 99% prática; a teoria é pouca, só o absolutamente indispensável.

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Neste sábado, Oficina de Redação em Brasília

Neste sábado, dia 19/12, acontece a última Oficina de Redação Criativa deste ano.

Será em Brasília, no auditório da Editora Atlas.
Endereço: SIG/SUL, quadra 3, bloco 30.
Horário: das 8h30 às 17h30

Ainda restam umas poucas vagas.

O programa da Oficina está descrito aqui.

Para informações e inscrições, mande um e-mail para mim.

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Bons textos corporativos valem muito dinheiro

Muito interessante a matéria publicada no UOL, faz poucos dias.
Fala da rápida e crescente valorização dos profissionais de redação de discursos e outros textos institucionais e corporativos, nas áreas pública e privada.
Vê-se claramente o quanto um texto competente pode gerar em resultados financeiros e políticos.
Acesse http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/12/10/ult36u47473.jhtm

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Oficina em Fortaleza

Neste sábado, estarei em Fortaleza, realizando mais uma Oficina de Redação Criativa, num evento sobre comunicação promovido pela FA7.
Na véspera, farei uma palestra sobre criatividade e criação publicitária
Veja o site oficial do evento: www.euqueroovo.com.br

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Lembre-se

Redação corporativa não é literatura, é negócio.

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Que palavras você põe na boca da sua empresa?

Caro dirigente empresarial: você alguma vez já pensou em criar um glossário corporativo? Não sabe o que é isso? Então, vamos ver.
Sua empresa, qualquer que seja o ramo de negócios, e seja ela pública ou privada, tem uma cultura própria, um conjunto de valores que define sua personalidade, e pelo qual as pessoas a reconhecem.
“A empresa X é sinônimo de confiabilidade; a Y, de tecnologia…” e assim, a partir desta percepção que se tem de sua empresa, cria-se uma expectativa de relacionamento com ela.
Quando um funcionário qualquer fala em nome da empresa – seja o porteiro ao receber um visitante, a secretária enviando um e-mail, o vendedor entregando uma proposta comercial, ou o diretor dando uma entrevista à imprensa – este valores devem estar presentes, ainda que implícitos, na comunicação que se desenvolve naquele momento.
Uma forma de se assegurar a coerência no discurso corporativo, portanto, é pela criação e distribuição a todos os funcionários de um glossário de termos e expressões recomendados e não recomendados, de palavras quentes e palavras frias.
Isso não é fazer lavagem cerebral nem patrulhamento ideológico, de modo algum. É apenas uma forma de se evitar que a mensagem corporativa que se quer passar seja erradamente compreendida, o que também reduz sensivelmente a possibilidade de a imagem da empresa ser arranhada. Lembre-se que comunicação é o que o outro entende. E que comunicação corporativa não é literatura: é negócio.
Se, por exemplo, numa entrevista à imprensa, um dirigente diz inadvertidamente “bem, eu acho que…”, sua opinião será transferida à imagem da empresa; passa a ser uma “opinião” da empresa.
Por outro lado, se o sujeito estivesse amparado por uma política coerente de comunicação corporativa – que inclui o tal glossário – ele não acharia nada, ao contrário, teria certeza do que diz, porque, no final das contas, aquilo que disse “é” a opinião da empresa!
Por isso, verifique como anda sua comunicação corporativa. Compare o que está escrito no seu site com o que vai nas propostas comerciais; veja se os e-mails enviados por todos refletem os valores da empresa ou são uma Torre de Babel; veja como a telefonista atende as ligações e o que a gravação da espera telefônica diz.
Enfim, faça uma faxina geral em todos os canais internos e externos de comunicação e prepare-se para se surpreender com o excesso de entulho comunicativo que vai encontrar.
Veja lá que palavras têm saído da boca da sua empresa.

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Futuro da publicidade: na nuvem e com os anjos

Nas palestras que faço Brasil afora, os estudantes sempre me perguntam como imagino o futuro da profissão de publicitário.

É natural e saudável que me perguntem isso, porque demonstra interesse e preocupação legítimos.

Não sou futurologista, obviamente (e acho que ninguém é), mas venho arriscando um palpite extraído da pura observação do que era o mundo antes da informática pessoal e da Internet, e o que é agora.

Há poucos dias, inclusive, eu comentava com meu filho mais velho (já pós-graduado em marketing e mídias digitais) sobre a sorte que tive de ter nascido com um pé na era industrial, quando o máximo que tínhamos em comunicação era o correio, o rádio, a televisão preto-e-branco e um telefone rudimentar. Grandes empresas também tinham telex – ou teletipo. Você sabe o que é um telex?

Voltando à pergunta dos estudantes, o que eu quero dizer é que, hoje, por poder comparar os diferentes estágios do desenvolvimento tecnológico, meu “cálculo aproximado” indica que o monstrinho que se aproxima é a chamada convergência dos meios de comunicação.

Acredito que só falta um pouco mais de investimento em engenharia de transmissão de dados (banda larga pra valer), para que a revolução digital se concretize de vez. E já não vai mais haver diferença entre jornal, televisão, revista, livros, agenda pessoal, telefone etc. Serão todos uma coisa só, instalados numa coisa só.

Ok – você dirá – meu computador pessoal já é isso!

Também faz poucos meses que publiquei no Webinsider, um artigo onde expus minha convicção de que o sistema operacional, um dia, iria para a nuvem e que computadores pessoais se tornariam tão obsoletos quanto o telex. Fui muito criticado, curiosamente, mais por gente do próprio setor da informática.

Pois bem, os anjos sorriram para mim e disseram amém: assista ao vídeo aí embaixo e tire suas próprias conclusões. Tem opção para legendagem em português.

Agora, meu caro futuro profissional da publicidade, responda: no meio de tudo isso, onde e como você vai colocar um anúncio? Quem der a melhor resposta vai ganhar um futuro profissional muito promissor.

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Lembre-se

Não há nada na razão que não tenha passado antes pelos sentimentos.

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Seminário de Redação Corporativa: amostra grátis

Aqui estão quatro dicas para aumentar o índice de leitura de um e-mail “cold-call”, isto é, aquele que não é resposta a outro e-mail ou ninguém pediu para você enviar.
Veja, o e-mail, hoje, no ambiente corporativo, é o primeiro meio de contato a ser escolhido quando se quer espalhar uma informação rapidamente. Algo como “Preciso desesperadamente de um emprego; por favor, veja meu curriculum e me contrate AGORA!” (óbvio que não nestas palavras) ou apenas iniciar uma rede de relacionamento nos negócios.
Então, eis aqui algumas observações pra você, pelo menos, não usar seu santo e-mail em vão:

1. Personalize. Essa mania de enviar e-mails genéricos aos quatro ventos tem tanto de fácil quanto de ineficaz. Quer ser lido? Então procure algum ponto em comum com o destinatário e faça um e-mail PARA ELE. Tá bom, nem sempre dá tempo pra tanto detalhe, mas nada impede que ao menos o primeiro parágrafo seja personalizado. João gosta de objetividade nos negócios ou é simplesmente louco por jogar tênis? Com que abordagem você iniciaria seu e-mail?

2. Seja claro e vá direto ao ponto. Se o seu objetivo é dizer que você está à procura de um emprego e tem certeza de reunir as qualidades ao cargo, então comece dizendo que você está à procura de um emprego e tem as qualidades necessárias ao cargo. Dito isso, agora sim, parta para a exposição de motivos.

3. Seja breve. Noel Rosa, já na década de 1930, compôs um samba que dizia: “Seja breve / Não percebi porque você se atreve / A prolongar sua conversa mole / Seja breve / Não amole / Senão acabo perdendo o controle / E vou cobrar o tempo que você me deve”. Isso há 80 anos. Noel era um visionário? Não! A natureza humana é que não muda. Ninguém gosta de lenga-lenga. Quando se sabe que executivos perdem, em média, duas horas de seu precioso tempo diário só com leitura de e-mails, você vai correr o risco de não ser breve? De ser você o “mala” do dia? O samba do Noel é mesmo muito didático.

4. Apresente algum benefício para o destinatário. Pense: por que diabo o sujeito haverá de lhe dar alguma atenção extra? Será porque você tem lindos olhos? Pouco provável. Ele dará atenção se você lhe oferecer alguma coisa de valor. Uma informação relevante que seja de interesse, a indicação de alguma oportunidade de negócio etc.

5. Inclua algo quente na mensagem, como um “call-to-action”, isto é, algum tipo de comando à ação. Coisas como “Aguardo um breve retorno seu” ou “Tão logo você possa, por gentileza, encaminhe este e-mail para Fulano”. E NUNCA use o condicional: “SE você puder responder…”, porque esse tipo de mendicância epistolar esfria totalmente a comunicação.

Bons e-mails para você! E clique aqui para saber mais sobre o Seminário de Redação Corporativa

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Lembre-se

A verdade é a melhor vendedora.

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