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Boa comunicação corporativa: fator de geração de lucro.
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 8 de janeiro de 2010
Certo dia, J., um gerente de médio escalão de uma multinacional farmacêutica, enviou um e-mail ao departamento de compras solicitando a cotação de “cem mil folhetos técnicos para distribuição aos clínicos-gerais do estado do Rio de Janeiro”.
Por desconfiar do número aparentemente excessivo, o responsável por compras respondeu ao e-mail, questionando se o volume não estaria errado. O gerente J. confirmou o pedido, baseado num outro e-mail, desta vez vindo do representante do Rio de Janeiro, que dizia: “diante do grande número de médicos clínicos existentes no Brasil, que ultrapassam os cem mil, e de nossa prioridade em atender bem a todos a partir de nossa filial, solicitamos a reimpressão dos folhetos técnicos do produto X, em número suficiente para esta nossa demanda, pois nosso estoque já se encontra no fim.”
Passados alguns dias, o departamento de compras enviou a cotação em valor muito superior ao próprio orçamento da filial do Rio. Diante das cifras, o gerente J. estranhou o valor e foi checar todo o procedimento desde o início, conseguindo ver a tempo que uma falha de interpretação havia sido cometida e, com isso, poderia evitar o desperdício de um bom dinheiro.
De fato, a filial do Rio de Janeiro já necessitava de mais folhetos, mas em número não superior a cinco mil.
Ao analisarmos desde o início, veremos que se o primeiro e-mail tivesse sido claro, bem redigido, e sem a formação de frases dúbias, bastaria ao gerente J. encaminhá-lo adiante e tudo estaria resolvido. Porém, o responsável pela filial, preocupado em mostrar que tinha conhecimento do mercado nacional (talvez querendo chamar a atenção de seu chefe) e despreocupado com a construção lógica do texto (exatamente a quais médicos ele se referia? Os de todo o Brasil ou só os do Rio?), criou um e-mail que gerou vários outros desnecessariamente, consumindo tempo precioso de executivos bem pagos a serviço de uma empresa rentável.
Este fato, embora aqui resumido, é verídico e representa perfeitamente o que ocorre em empresas de todos os setores e tamanhos, sejam públicas ou privadas: a falha na comunicação gerando custos desnecessários, comprometendo a rentabilidade do negócio e, não raro, trazendo alguns importantes prejuízos financeiros e pessoais.
O que aconteceu com os e-mails da história acima também pode acontecer com todos os outros documentos gerados numa empresa, como circulares, propostas comerciais, portarias, memorandos, publicidade, textos de websites etc.
A Escola de Comunicação da Universidade de Harvard, por exemplo, pesquisou as 120 mais rentáveis empresas americanas, as blue-chips, e descobriu que por volta de 20% de seus executivos têm dificuldades em redigir documentos objetivos e esclarecedores. E que todos os executivos daquelas empresas gastam uma média de duas horas diárias apenas para se desfazer do emaranhado de e-mails confusos ou mal redigidos que recebem a todo instante.
Um Seminário de Redação Corporativa no Ceará
Sempre preocupada em estimular o desenvolvimento dos meios de gestão na área pública, tanto quanto no setor privado, a Universidade do Parlamento, da Assembleia Legislativa do Ceará, está apoiando a realização de um Seminário de Comunicação Corporativa, a ser realizado na manhãs dos dias 12, 13 e 14 de janeiro, em Fortaleza.
Ministrado por mim, o Seminário de Redação Corporativa é um curso 100% voltado a resultados positivos nos negócios.
Nele, o participante aprende a aumentar a eficácia de sua comunicação escrita e a ganhar tempo precioso no dia-a-dia.
É dirigido a executivos de todos os níveis, secretárias, funcionários de empresas públicas e privadas, universidades, escritórios de advocacia etc. Enfim, é para profissionais de todo tipo de empresa e instituição.
O curso tem um total de 12 horas-aula, mesclando teorias, dicas práticas e exercícios monitorados.
Outras informações podem ser obtidas com a empresa Kháris Desenvolvimento Humano (telefones 85 3224.9955 e 3224 8485) ou pelo e-mail kharisdhth@uol.com.br.
Bons textos corporativos valem muito dinheiro
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 15 de dezembro de 2009
Muito interessante a matéria publicada no UOL, faz poucos dias.
Fala da rápida e crescente valorização dos profissionais de redação de discursos e outros textos institucionais e corporativos, nas áreas pública e privada.
Vê-se claramente o quanto um texto competente pode gerar em resultados financeiros e políticos.
Acesse http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/12/10/ult36u47473.jhtm
Lembre-se
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 8 de dezembro de 2009
Redação corporativa não é literatura, é negócio.
Que palavras você põe na boca da sua empresa?
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 5 de dezembro de 2009
Caro dirigente empresarial: você alguma vez já pensou em criar um glossário corporativo? Não sabe o que é isso? Então, vamos ver.
Sua empresa, qualquer que seja o ramo de negócios, e seja ela pública ou privada, tem uma cultura própria, um conjunto de valores que define sua personalidade, e pelo qual as pessoas a reconhecem.
“A empresa X é sinônimo de confiabilidade; a Y, de tecnologia…” e assim, a partir desta percepção que se tem de sua empresa, cria-se uma expectativa de relacionamento com ela.
Quando um funcionário qualquer fala em nome da empresa – seja o porteiro ao receber um visitante, a secretária enviando um e-mail, o vendedor entregando uma proposta comercial, ou o diretor dando uma entrevista à imprensa – este valores devem estar presentes, ainda que implícitos, na comunicação que se desenvolve naquele momento.
Uma forma de se assegurar a coerência no discurso corporativo, portanto, é pela criação e distribuição a todos os funcionários de um glossário de termos e expressões recomendados e não recomendados, de palavras quentes e palavras frias.
Isso não é fazer lavagem cerebral nem patrulhamento ideológico, de modo algum. É apenas uma forma de se evitar que a mensagem corporativa que se quer passar seja erradamente compreendida, o que também reduz sensivelmente a possibilidade de a imagem da empresa ser arranhada. Lembre-se que comunicação é o que o outro entende. E que comunicação corporativa não é literatura: é negócio.
Se, por exemplo, numa entrevista à imprensa, um dirigente diz inadvertidamente “bem, eu acho que…”, sua opinião será transferida à imagem da empresa; passa a ser uma “opinião” da empresa.
Por outro lado, se o sujeito estivesse amparado por uma política coerente de comunicação corporativa – que inclui o tal glossário – ele não acharia nada, ao contrário, teria certeza do que diz, porque, no final das contas, aquilo que disse “é” a opinião da empresa!
Por isso, verifique como anda sua comunicação corporativa. Compare o que está escrito no seu site com o que vai nas propostas comerciais; veja se os e-mails enviados por todos refletem os valores da empresa ou são uma Torre de Babel; veja como a telefonista atende as ligações e o que a gravação da espera telefônica diz.
Enfim, faça uma faxina geral em todos os canais internos e externos de comunicação e prepare-se para se surpreender com o excesso de entulho comunicativo que vai encontrar.
Veja lá que palavras têm saído da boca da sua empresa.
Futuro da publicidade: na nuvem e com os anjos
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 4 de dezembro de 2009
Nas palestras que faço Brasil afora, os estudantes sempre me perguntam como imagino o futuro da profissão de publicitário.
É natural e saudável que me perguntem isso, porque demonstra interesse e preocupação legítimos.
Não sou futurologista, obviamente (e acho que ninguém é), mas venho arriscando um palpite extraído da pura observação do que era o mundo antes da informática pessoal e da Internet, e o que é agora.
Há poucos dias, inclusive, eu comentava com meu filho mais velho (já pós-graduado em marketing e mídias digitais) sobre a sorte que tive de ter nascido com um pé na era industrial, quando o máximo que tínhamos em comunicação era o correio, o rádio, a televisão preto-e-branco e um telefone rudimentar. Grandes empresas também tinham telex – ou teletipo. Você sabe o que é um telex?
Voltando à pergunta dos estudantes, o que eu quero dizer é que, hoje, por poder comparar os diferentes estágios do desenvolvimento tecnológico, meu “cálculo aproximado” indica que o monstrinho que se aproxima é a chamada convergência dos meios de comunicação.
Acredito que só falta um pouco mais de investimento em engenharia de transmissão de dados (banda larga pra valer), para que a revolução digital se concretize de vez. E já não vai mais haver diferença entre jornal, televisão, revista, livros, agenda pessoal, telefone etc. Serão todos uma coisa só, instalados numa coisa só.
Ok – você dirá – meu computador pessoal já é isso!
Também faz poucos meses que publiquei no Webinsider, um artigo onde expus minha convicção de que o sistema operacional, um dia, iria para a nuvem e que computadores pessoais se tornariam tão obsoletos quanto o telex. Fui muito criticado, curiosamente, mais por gente do próprio setor da informática.
Pois bem, os anjos sorriram para mim e disseram amém: assista ao vídeo aí embaixo e tire suas próprias conclusões. Tem opção para legendagem em português.
Agora, meu caro futuro profissional da publicidade, responda: no meio de tudo isso, onde e como você vai colocar um anúncio? Quem der a melhor resposta vai ganhar um futuro profissional muito promissor.
Lembre-se
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 3 de dezembro de 2009
Não há nada na razão que não tenha passado antes pelos sentimentos.
Seminário de Redação Corporativa: amostra grátis
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 25 de novembro de 2009
Aqui estão quatro dicas para aumentar o índice de leitura de um e-mail “cold-call”, isto é, aquele que não é resposta a outro e-mail ou ninguém pediu para você enviar.
Veja, o e-mail, hoje, no ambiente corporativo, é o primeiro meio de contato a ser escolhido quando se quer espalhar uma informação rapidamente. Algo como “Preciso desesperadamente de um emprego; por favor, veja meu curriculum e me contrate AGORA!” (óbvio que não nestas palavras) ou apenas iniciar uma rede de relacionamento nos negócios.
Então, eis aqui algumas observações pra você, pelo menos, não usar seu santo e-mail em vão:
1. Personalize. Essa mania de enviar e-mails genéricos aos quatro ventos tem tanto de fácil quanto de ineficaz. Quer ser lido? Então procure algum ponto em comum com o destinatário e faça um e-mail PARA ELE. Tá bom, nem sempre dá tempo pra tanto detalhe, mas nada impede que ao menos o primeiro parágrafo seja personalizado. João gosta de objetividade nos negócios ou é simplesmente louco por jogar tênis? Com que abordagem você iniciaria seu e-mail?
2. Seja claro e vá direto ao ponto. Se o seu objetivo é dizer que você está à procura de um emprego e tem certeza de reunir as qualidades ao cargo, então comece dizendo que você está à procura de um emprego e tem as qualidades necessárias ao cargo. Dito isso, agora sim, parta para a exposição de motivos.
3. Seja breve. Noel Rosa, já na década de 1930, compôs um samba que dizia: “Seja breve / Não percebi porque você se atreve / A prolongar sua conversa mole / Seja breve / Não amole / Senão acabo perdendo o controle / E vou cobrar o tempo que você me deve”. Isso há 80 anos. Noel era um visionário? Não! A natureza humana é que não muda. Ninguém gosta de lenga-lenga. Quando se sabe que executivos perdem, em média, duas horas de seu precioso tempo diário só com leitura de e-mails, você vai correr o risco de não ser breve? De ser você o “mala” do dia? O samba do Noel é mesmo muito didático.
4. Apresente algum benefício para o destinatário. Pense: por que diabo o sujeito haverá de lhe dar alguma atenção extra? Será porque você tem lindos olhos? Pouco provável. Ele dará atenção se você lhe oferecer alguma coisa de valor. Uma informação relevante que seja de interesse, a indicação de alguma oportunidade de negócio etc.
5. Inclua algo quente na mensagem, como um “call-to-action”, isto é, algum tipo de comando à ação. Coisas como “Aguardo um breve retorno seu” ou “Tão logo você possa, por gentileza, encaminhe este e-mail para Fulano”. E NUNCA use o condicional: “SE você puder responder…”, porque esse tipo de mendicância epistolar esfria totalmente a comunicação.
Bons e-mails para você! E clique aqui para saber mais sobre o Seminário de Redação Corporativa
Lembre-se
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 24 de novembro de 2009
A verdade é a melhor vendedora.
Lembre-se
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 21 de novembro de 2009
Ao dar uma informação você informa.
Ao estimular uma emoção você emociona.
Junte informação com emoção e você vende.
SEMINÁRIO DE REDAÇÃO CORPORATIVA. Como escrever melhor para o mundo dos negócios.
Posted by Zeca Martins in Uncategorized on 16 de novembro de 2009
> Segundo pesquisa da Universidade de Harvard junto às 120 mais valorizadas empresas americanas, um terço dos executivos escreve muito mal, de e-mails a propostas comerciais.
> Em média, os executivos perdem 2 horas de seu dia só com os e-mails.
> Um e-mail mal redigido gera 5 outros e-mails de dúvidas.
> No ambiente da empresa, quanto mais tempo as pessoas perdem tentando entender uma comunicação mal conduzida, menos tempo elas têm para a realização de tarefas produtivas.
Partindo de alertas como estes aí acima, mais tudo o que já vi de problemas semelhantes ao longo de muitos anos de carreira em comunicação corporativa, criei este curso de característica inédita.
Conheça as modernas técnicas de elaboração de textos do dia-a-dia profissional e de abordagem dos diversos públicos das empresas.
Aprenda a ganhar tempo com a comunicação e aumente a eficácia de seus e-mails, memorandos, propostas comerciais, notas à comunidade e publicidade.
O Seminário de Redação Corporativa é um curso 100% voltado a resultados positivos nos negócios.
Tem duração de 6 horas-aula, mas também pode ser realizado em duas sessões de 3 horas-aula, num formato ideal para aplicações in company.
Público-alvo: executivos, secretárias e funcionários de empresas públicas e privadas, universidades, escritórios de advocacia etc. Enfim, é para profissionais de todo tipo de instituição comercial e de prestação de serviços.
Para conhecer o programa do curso e obter mais informações, fale comigo. Clique aqui e envie um e-mail.
