Um agradecimento muito importante

Pai orgulhoso que sou, agradeço aqui ao Miguel, meu filho caçula, por todo carinho, dedicação e ajuda com que ele me presenteia diariamente.

Beijoca, meu filho, e muito obrigado. Te amo muito.

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Seminário de Redação Corporativa em Ribeirão Preto

Será no dia 6 de março, um sábado, lá no Ribeirão Shopping.
O evento conta com organização e apoio da Microimport (www.microimport.com.br).
Breve, mais informações aqui no blog.

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Boa comunicação corporativa: fator de geração de lucro.

Certo dia, J., um gerente de médio escalão de uma multinacional farmacêutica, enviou um e-mail ao departamento de compras solicitando a cotação de “cem mil folhetos técnicos para distribuição aos clínicos-gerais do estado do Rio de Janeiro”.

Por desconfiar do número aparentemente excessivo, o responsável por compras respondeu ao e-mail, questionando se o volume não estaria errado. O gerente J. confirmou o pedido, baseado num outro e-mail, desta vez vindo do representante do Rio de Janeiro, que dizia: “diante do grande número de médicos clínicos existentes no Brasil, que ultrapassam os cem mil, e de nossa prioridade em atender bem a todos a partir de nossa filial, solicitamos a reimpressão dos folhetos técnicos do produto X, em número suficiente para esta nossa demanda, pois nosso estoque já se encontra no fim.”

Passados alguns dias, o departamento de compras enviou a cotação em valor muito superior ao próprio orçamento da filial do Rio. Diante das cifras, o gerente J. estranhou o valor e foi checar todo o procedimento desde o início, conseguindo ver a tempo que uma falha de interpretação havia sido cometida e, com isso, poderia evitar o desperdício de um bom dinheiro.

De fato, a filial do Rio de Janeiro já necessitava de mais folhetos, mas em número não superior a cinco mil.

Ao analisarmos desde o início, veremos que se o primeiro e-mail tivesse sido claro, bem redigido, e sem a formação de frases dúbias, bastaria ao gerente J. encaminhá-lo adiante e tudo estaria resolvido. Porém, o responsável pela filial, preocupado em mostrar que tinha conhecimento do mercado nacional (talvez querendo chamar a atenção de seu chefe) e despreocupado com a construção lógica do texto (exatamente a quais médicos ele se referia? Os de todo o Brasil ou só os do Rio?), criou um e-mail que gerou vários outros desnecessariamente, consumindo tempo precioso de executivos bem pagos a serviço de uma empresa rentável.

Este fato, embora aqui resumido, é verídico e representa perfeitamente o que ocorre em empresas de todos os setores e tamanhos, sejam públicas ou privadas: a falha na comunicação gerando custos desnecessários, comprometendo a rentabilidade do negócio e, não raro, trazendo alguns importantes prejuízos financeiros e pessoais.

O que aconteceu com os e-mails da história acima também pode acontecer com todos os outros documentos gerados numa empresa, como circulares, propostas comerciais, portarias, memorandos, publicidade, textos de websites etc.

A Escola de Comunicação da Universidade de Harvard, por exemplo, pesquisou as 120 mais rentáveis empresas americanas, as blue-chips, e descobriu que por volta de 20% de seus executivos têm dificuldades em redigir documentos objetivos e esclarecedores. E que todos os executivos daquelas empresas gastam uma média de duas horas diárias apenas para se desfazer do emaranhado de e-mails confusos ou mal redigidos que recebem a todo instante.

Um Seminário de Redação Corporativa no Ceará

Sempre preocupada em estimular o desenvolvimento dos meios de gestão na área pública, tanto quanto no setor privado, a Universidade do Parlamento, da Assembleia Legislativa do Ceará, está apoiando a realização de um Seminário de Comunicação Corporativa, a ser realizado na manhãs dos dias 12, 13 e 14 de janeiro, em Fortaleza.

Ministrado por mim, o Seminário de Redação Corporativa é um curso 100% voltado a resultados positivos nos negócios.

Nele, o participante aprende a aumentar a eficácia de sua comunicação escrita e a ganhar tempo precioso no dia-a-dia.

É dirigido a executivos de todos os níveis, secretárias, funcionários de empresas públicas e privadas, universidades, escritórios de advocacia etc. Enfim, é para profissionais de todo tipo de empresa e instituição.

O curso tem um total de 12 horas-aula, mesclando teorias, dicas práticas e exercícios monitorados.

Outras informações podem ser obtidas com a empresa Kháris Desenvolvimento Humano (telefones 85 3224.9955 e 3224 8485) ou pelo e-mail kharisdhth@uol.com.br.

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Novo Seminário de Redação Corporativa em Fortaleza

Numa iniciativa da Kháris Desenvolvimento Humano, e com o apoio da Universidade do Parlamento, da Assembleia Legislativa do Ceará, voltaremos a Fortaleza para mais um curso.

Será nos dias 12, 13 e 14 de janeiro, no período da manhã.

Para conhecer o programa do curso, clique aqui.

Inscrições e mais informações com Kháris Desenvolvimento Humano. Telefones 85 3224.9955 e 3224.8485 ou pelo e-mail kharisdhth@uol.com.br.

Serão concedidos descontos para grupos.

Em tempo:

Ontem, respondendo ao e-mail de um amigo, fiz uma descrição sucinta do cursos e de seus componentes inovadores. Acho que vale a pena repeti-los aqui.

1. Não é curso de português nem sobre como escrever corretamente. Vou mostrar que o texto corporativo é instrumento de negócios e como tal deve ser encarado.
2. Não vou “ensinar” nada a ninguém; o objetivo é que os participantes possam avaliar onde melhorar seus textos e, consequentemente, o resultado de sua comunicação. Cada um descobrirá seus pontos fortes e fracos.
3. Nesta edição para Fortaleza, faremos exercícios práticos que demonstrarão claramente quanto um texto pode ser melhorado em eficácia e eficiência. É como fazer mágica: alguns coelhos sairão naturalmente das cartolas de cada participante.
4. Apesar de expositivo, a abordagem é 99% prática; a teoria é pouca, só o absolutamente indispensável.

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Neste sábado, Oficina de Redação em Brasília

Neste sábado, dia 19/12, acontece a última Oficina de Redação Criativa deste ano.

Será em Brasília, no auditório da Editora Atlas.
Endereço: SIG/SUL, quadra 3, bloco 30.
Horário: das 8h30 às 17h30

Ainda restam umas poucas vagas.

O programa da Oficina está descrito aqui.

Para informações e inscrições, mande um e-mail para mim.

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Bons textos corporativos valem muito dinheiro

Muito interessante a matéria publicada no UOL, faz poucos dias.
Fala da rápida e crescente valorização dos profissionais de redação de discursos e outros textos institucionais e corporativos, nas áreas pública e privada.
Vê-se claramente o quanto um texto competente pode gerar em resultados financeiros e políticos.
Acesse http://noticias.uol.com.br/bbc/2009/12/10/ult36u47473.jhtm

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Oficina em Fortaleza

Neste sábado, estarei em Fortaleza, realizando mais uma Oficina de Redação Criativa, num evento sobre comunicação promovido pela FA7.
Na véspera, farei uma palestra sobre criatividade e criação publicitária
Veja o site oficial do evento: www.euqueroovo.com.br

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Lembre-se

Redação corporativa não é literatura, é negócio.

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Que palavras você põe na boca da sua empresa?

Caro dirigente empresarial: você alguma vez já pensou em criar um glossário corporativo? Não sabe o que é isso? Então, vamos ver.
Sua empresa, qualquer que seja o ramo de negócios, e seja ela pública ou privada, tem uma cultura própria, um conjunto de valores que define sua personalidade, e pelo qual as pessoas a reconhecem.
“A empresa X é sinônimo de confiabilidade; a Y, de tecnologia…” e assim, a partir desta percepção que se tem de sua empresa, cria-se uma expectativa de relacionamento com ela.
Quando um funcionário qualquer fala em nome da empresa – seja o porteiro ao receber um visitante, a secretária enviando um e-mail, o vendedor entregando uma proposta comercial, ou o diretor dando uma entrevista à imprensa – este valores devem estar presentes, ainda que implícitos, na comunicação que se desenvolve naquele momento.
Uma forma de se assegurar a coerência no discurso corporativo, portanto, é pela criação e distribuição a todos os funcionários de um glossário de termos e expressões recomendados e não recomendados, de palavras quentes e palavras frias.
Isso não é fazer lavagem cerebral nem patrulhamento ideológico, de modo algum. É apenas uma forma de se evitar que a mensagem corporativa que se quer passar seja erradamente compreendida, o que também reduz sensivelmente a possibilidade de a imagem da empresa ser arranhada. Lembre-se que comunicação é o que o outro entende. E que comunicação corporativa não é literatura: é negócio.
Se, por exemplo, numa entrevista à imprensa, um dirigente diz inadvertidamente “bem, eu acho que…”, sua opinião será transferida à imagem da empresa; passa a ser uma “opinião” da empresa.
Por outro lado, se o sujeito estivesse amparado por uma política coerente de comunicação corporativa – que inclui o tal glossário – ele não acharia nada, ao contrário, teria certeza do que diz, porque, no final das contas, aquilo que disse “é” a opinião da empresa!
Por isso, verifique como anda sua comunicação corporativa. Compare o que está escrito no seu site com o que vai nas propostas comerciais; veja se os e-mails enviados por todos refletem os valores da empresa ou são uma Torre de Babel; veja como a telefonista atende as ligações e o que a gravação da espera telefônica diz.
Enfim, faça uma faxina geral em todos os canais internos e externos de comunicação e prepare-se para se surpreender com o excesso de entulho comunicativo que vai encontrar.
Veja lá que palavras têm saído da boca da sua empresa.

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Futuro da publicidade: na nuvem e com os anjos

Nas palestras que faço Brasil afora, os estudantes sempre me perguntam como imagino o futuro da profissão de publicitário.

É natural e saudável que me perguntem isso, porque demonstra interesse e preocupação legítimos.

Não sou futurologista, obviamente (e acho que ninguém é), mas venho arriscando um palpite extraído da pura observação do que era o mundo antes da informática pessoal e da Internet, e o que é agora.

Há poucos dias, inclusive, eu comentava com meu filho mais velho (já pós-graduado em marketing e mídias digitais) sobre a sorte que tive de ter nascido com um pé na era industrial, quando o máximo que tínhamos em comunicação era o correio, o rádio, a televisão preto-e-branco e um telefone rudimentar. Grandes empresas também tinham telex – ou teletipo. Você sabe o que é um telex?

Voltando à pergunta dos estudantes, o que eu quero dizer é que, hoje, por poder comparar os diferentes estágios do desenvolvimento tecnológico, meu “cálculo aproximado” indica que o monstrinho que se aproxima é a chamada convergência dos meios de comunicação.

Acredito que só falta um pouco mais de investimento em engenharia de transmissão de dados (banda larga pra valer), para que a revolução digital se concretize de vez. E já não vai mais haver diferença entre jornal, televisão, revista, livros, agenda pessoal, telefone etc. Serão todos uma coisa só, instalados numa coisa só.

Ok – você dirá – meu computador pessoal já é isso!

Também faz poucos meses que publiquei no Webinsider, um artigo onde expus minha convicção de que o sistema operacional, um dia, iria para a nuvem e que computadores pessoais se tornariam tão obsoletos quanto o telex. Fui muito criticado, curiosamente, mais por gente do próprio setor da informática.

Pois bem, os anjos sorriram para mim e disseram amém: assista ao vídeo aí embaixo e tire suas próprias conclusões. Tem opção para legendagem em português.

Agora, meu caro futuro profissional da publicidade, responda: no meio de tudo isso, onde e como você vai colocar um anúncio? Quem der a melhor resposta vai ganhar um futuro profissional muito promissor.

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